Condenados! Dupla que matou bancário a mando da companheira são sentenciados em Porto Alegre
- Dr. Cláudio Cezar Freitas
- há 2 dias
- 2 min de leitura

Condenados dois homens que mataram bancário a mando da companheira por herança em Porto Alegre
Dois homens acusados de assassinar o bancário Marcelo Henrique Prade, de 46 anos, em maio de 2012, em Porto Alegre, foram condenados a 18 anos de prisão, na noite desta quinta-feira (3). O crime, que chocou a capital gaúcha, foi planejado e encomendado pela então companheira da vítima, que já havia sido condenada anteriormente, mas responde em liberdade após a anulação da sentença e aguarda novo julgamento.
Segundo a promotora de Justiça Luciane Wingert, os réus foram condenados por homicídio qualificado, com uso de meio cruel — estrangulamento por asfixia —, recurso que dificultou a defesa da vítima, além de motivo torpe e promessa de pagamento. Um dos condenados permaneceu foragido por 11 anos e foi preso no fim de 2023. O outro respondia ao processo em liberdade.
Mesmo com a determinação da Justiça para o cumprimento imediato da pena, o réu que estava solto deixou o tribunal antes da leitura da sentença. Diante disso, foi expedido um mandado de prisão contra ele.
O crime ocorreu há quase 13 anos e teve como principal motivação a ganância. A noiva da vítima, Lisiane Rocha Menna Barrete, psicóloga, queria ficar com os bens, seguros e pensão do bancário. A investigação revelou que ela contratou os executores, inclusive pagando pela morte do companheiro.
“Hoje, Marcelo faria 59 anos se não tivesse sido covarde e cruelmente assassinado. Finalmente, após mais de uma década, a justiça foi feita. Ela tardou, mas não falhou”, declarou a promotora Luciane Wingert.
Como o crime aconteceu
Marcelo Prade foi encontrado morto dentro de casa, com mãos e pés amarrados, olhos e boca vendados, sinais evidentes de estrangulamento e enrolado em um tapete. À primeira vista, o caso parecia latrocínio, já que objetos pessoais foram levados. No entanto, a Polícia Civil descobriu que o crime foi encomendado por Lisiane, motivada pelo interesse nos bens e no seguro de vida do companheiro.
A reviravolta no caso ocorreu quando José Vilmar dos Santos Rocha, o “Zé Barbudo”, de 70 anos, foi preso no fim de 2023, após mais de uma década foragido. Ele foi localizado em Itapema (SC), varrendo a frente da casa onde morava. Mesmo tendo sido declarado desaparecido pela família, que alegava problemas mentais, ele foi encontrado em pleno uso das faculdades mentais. Durante a prisão, portava documentos falsos com o nome de "Josué Barbosa da Silva", expedidos em Santa Catarina.
Zé Barbudo é tio de Lisiane e contratou o outro réu, Elisandro Rocha Castro da Silva, para executar o crime. Ambos agora estão condenados. Já Lisiane, condenada em 2022 a 18 anos de prisão, teve a sentença anulada após recurso da defesa, sob argumento de que os réus deveriam ter sido julgados juntos. Desde então, ela aguarda um novo júri em liberdade.
A promotoria já recorreu para aumentar a pena dos executores, argumentando que a gravidade do crime justifica uma punição ainda mais severa.
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